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MALARIA []
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Id:16 - (939)
Base de Dados:HAPS-DA
Autor:Anon
Título:General Review ..-
Fonte:s.l; Fundação Rockefeller; pós, 1929. 10 p. .
Resumo:O documento é dividido em duas partes. Logo no inicio expõe a situação da malária no país e aponta o segundo semestre de 1933 como marco do final do primeiro ano de trabalho da Divisão da Malária no país. Sobre esse trabalho o texto aponta algumas observações a serem feitas, a primeira delas guarda relação com a distribuição de medicamentos, relata-se que houve uma distribuição baseada na vontade das pessoas, mas que embora isso tenha ocorrido ao verificar a incidência de febre amarela no ano, parecia não ter influenciado muito. A segunda observação está relacionada aos exames realizados para o diagnóstico da doença, incialmente fazia-se os esfregaços de sangue, mas com o tempo atender a demanda continua desse exame tornou-se inviável. A terceira, e última, trata da omissão dos trabalhos destinados a estudar o mosquito e as larvas, apenas um recorte de um dos estudos havia sido utilizado, os demais, por falta de tempo, não haviam sido considerados. A segunda parte do documento relata a situação da Malária no estado do Rio de Janeiro, que perdurou pelo ano de 1928 e contemplou diversas cidades tanto do litoral quanto do interior do estado.
Descritores:Saúde Pública
Malária/prevenção e controle
Brasil/Rio de Janeiro
Localização:Rockefeller Archive Center

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HAPS-DA
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Id:8 - (931)
Base de Dados:HAPS-DA
Autor:Anon
Título:s. t ..-
Fonte:s.l; Fundação Rockefeller; Maio 23, 1928. 5 p. .
Resumo:O documento apresenta uma linha do tempo das ações implementadas para o combate de ancilostomíase e malária em três países da América do Sul, a saber: Argentina, Brasil, Colômbia.^iptAo tratar da Argentina o marco é o ano de 1923, quando oi solicitado ao Conselho Internacional de Saúde cooperação no combate à malária e a ancilostomíase no país, que foi atendido. Um programa especifico para malária foi pensado para iniciar no ano de 1926 e ter duração de 5 anos, nos anos subsequentes, portanto, outras províncias/estados foram contemplados. As atividades se encerraram em 1930.^iptEm relação ao Brasil o marco é o ano de 1916 quando, após a visita de uma comissão do Conselho Internacional de Saúde ao país e um pedido de ajuda por parte do governo no combate da ancilostomíase e da malária, o plano de cooperação foi aprovado. Em 1917 um decreto promulgado em 30 de abril, criou o estabelecimento de serviço para atendimento de casos de ancilostomíase, o início dos trabalhos ocorreu no estado do Rio de Janeiro, posteriormente se estendeu para São Paulo e Distrito Federal. Um acordo com duração de 5 anos também foi assinado. Em 1919, como resultado da campanha de ancilostomíase, os serviços sanitários rurais foram organizados nos estados do Rio de Janeiro e Santa Catarina. O Conselho ainda colaborou com os estados de Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro e São Paulo e o Distrito Federal, e criou 32 postos cooperativos em outros 8 estados. Em 1920 a Divisão de Saúde Pública Rural é criada visando o combate das três principais endemias: malária, ancilostomíase e doença de Chagas, conforme relatado no documento. A década de 20 no Brasil segue marcada por cooperações realizadas entre o Conselho Internacional e o governo brasileiro. As campanhas contra essas doenças foram intensificadas e ampliadas, na medida do possível, para outros estados. Cabe destaque para o ano de 1921 quando o serviço de enfermeiros, voltados para atuar na saúde pública, se consolida e passa a auxiliar os serviços prestados pelo Departamento Nacional de Saúde, uma escola para treinamento de enfermeiros foi organizada para dar suporte. ^iptEm 1924 o Conselho Internacional encerra o período de cooperação com o Brasil no combate a ancilostomíase. O documento sinaliza que foram 8 anos de cooperação no trabalho de combate à doença. As ações de combate à malária continuaram, com foco no estado do Rio de Janeiro, que havia assinado um novo acordo de cooperação por mais 4 anos. Estados como Minas Gerais e São Paulo também receberam auxilio. Nos anos subsequentes, além de pensar em ações locais, também foi viabilizado estrutura para qualificação profissional e formação enfermeiros. O programa cooperativo se encerrou em 1928.^iptNa Colômbia em 1919 é realizada uma pesquisa com foco na ancilostomíase. As ações de combate se iniciaram em junho de 1920 e o acordo cooperativo entre o Governo e o Conselho Internacional de Saúde iniciou em 1921. Em 1922 o Conselho recomenda reforçar o Serviço Nacional de Saúde e em dezembro de 1925 o acordo é rompido^ipt.
Descritores:América do Sul
Saúde Pública
Doenças Endêmicas/prevenção e controle
Conselhos de Saúde
Ancilostomíase
 Malária
Localização:Rockefeller Archive Center

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Id:6 - (929)
Base de Dados:HAPS-DA
Autor:JHJ
Título:The plan and progress of County Health work in Brazil ..-
Fonte:s.l; Rockefeller Archive Center; Set 5, 1923. 51 p. .
Resumo:O material relata o que foram as ações de saúde no período de 1916 a 1923. Inicialmente, os destaques são para as medidas voltadas para a saúde da população rural com a criação de um Departamento de Saneamento e Profilaxia Rural que tinha como foco combater as doenças endêmicas presentes nessas regiões, com o foco na malária e na ancilostomíase. A campanha de combate a ancilostomíase, ainda que tivesse apresentado bons resultados, foi considerada pelas autoridades como temporária. A necessidade de criar mecanismos para que o cuidado a saúde da população fosse permanente havia sido manifestado pelo diretor do Departamento Nacional de Saúde e o Presidente da República, e para isso era necessário pensar em unidades de saúde nos municípios, ressalta que o Conselho Internacional de Saúde cooperou com essa inciativa.As páginas seguintes são dedicadas a apresentar o plano de operação proposto na época para estabelecer esses postos de saúde no Brasil. No plano apresentado são contemplados temas como a relação das três esferas de governo na implementação das ações, enfatiza que a prioridade são aqueles municípios da zona rural que já passaram por uma campanha intensiva de combate a ancilostomíase, e destaca a necessidade de pensar estratégias no âmbito da educação através da realização de palestras e desenvolvimento de materiais impressos educativos. Além disso, em termos estruturais, pontua sobre questões relacionadas a saneamento básico e cuidados ambientais, bem como a construção de laboratórios estaduais para auxiliar nos diagnósticos, tendo em vista que os laboratórios municipais se atinham aos exames básicos. Na estrutura do plano de trabalho, embora a ancilostomíase seja o foco, combate à malária também é abordado. Sobre a equipe de saúde preconizada para a efetivação dessa proposta de trabalho, compunham médico (oficial de saúde/diretor), um secretário, um inspetor sanitário e um servente. No documento consta as atividades designadas para cada cargo, com ênfase naquelas que era responsabilidade do médico, que como Diretor do Posto/unidade deveria enviar relatórios mensais ao Diretor do Estado para o acompanhamento do progresso do trabalho. Há ainda um espaço dedicado a explicar como tratava o orçamento dessas unidades, onde a maior parte era voltado aos trabalhadores e preconizava que os salários deveriam ser atraentes e aumentados de acordo com a eficiência do trabalho e o tempo de serviço.
Descritores:Saúde da População Rural
Malária/prevenção e controle
Ancilostomíase/prevenção e controle
Saúde Pública
Equipe de Assistência ao Paciente/organização e administração
Localização:Rockefeller Archive Center



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História da Atenção Primária (Documentos de Arquivo) | Fontes primárias | Periódicos | Cultura do Tabaco

Esta base de dados reúne referências de documentos selecionados que contribuem para a pesquisa da História da Atenção Primária à Saúde (APS) no Brasil. São documentos que descrevem a organização de instituições na área, ações de educação em saúde e proposições e políticas em diversos campos, tais como financiamento, contratação e a gestão do trabalho em saúde em ações afinadas com o conceito contemporâneo de APS. Quanto à natureza dos documentos, a base é constituída por cartas, memorandos e comunicações internas estabelecidas por personagens que exerceram cargos de gestão e coordenação de projetos, de programas e também de instituições. Em termos de recorte temporal, há uma concentração de documentos no período da década 40 a década de 80. O acesso ao texto completo dos documentos não é disponibilizado, no entanto as referências contam com um resumo detalhado que permite a compreensão do conteúdo e a relevância da fonte documental.

Gabriele Carvalho de Freitas

Carlos Henrique Assunção Paiva

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